sábado, 30 de outubro de 2010

Eu espero muito mais...


Amanhã é o grande dia e eu quero continuar sonhando e realizando. Espero que todas as besteiras que ouvi neste último mês tenham sido só besteiras e não sejam capazes de destruir um Brasil tão melhor...espero que não seja preciso retroceder novamente, espero que as pessoas continuem a passar menos fome, que o preconceito continue sendo superado, que eu como brasileira possa continuar crescendo como pessoa com a cabeça erguida, confiante. Espero ter uma Presidenta que lute por uma sociedade tranformada!Amanhã espero que o sol possa iluminar as pessoas que por motivos culturais não podem compreender tamanha importânica nas pontas de seus dedos, que a energia da mudança continue no povo brasileiro! Dilma minhas esperanças estão com você!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

PASSEI NA PROVA!!! !MESTRADO UDESC


Estou tomada por uma emoção! O medo que me adoeceu neste último mês a espera do resultado da prova da udesc, chegou ao final e diferente das outras vezes com um final feliz feliz! Meu nome está lá na tão esperada lista de aprovados. A udesc é um sonho antigo estou sentindo a felicidade de ter passado em todos os vestibulares dos quais eu não consegui, porém hoje em um sonho o mestrado de educação na UDESC! Muito esforço e muita ajuda dos meus amigos, professores, familiares e o meu amor que estava sereno e tranqüilo sobre o resultado que me afligia. Minha prof amada Gladys e minha amiga Carlitha dedico a vocês a minha vitória. Obrigada!!!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

“FORMA SILENCIOSA DE ENSINO” O ESPAÇO ESCOLAR NO CURRÍCULO DO CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS: PRODUZINDO SUBJETIVAÇÕES E IDENTIFICAÇÕES


Lembra aquele anjo que me emprestou suas asas para eu voar as escadarias da UDESC, pois é este anjo se chama "Carla" uma amiga de ouro, querida, boa, inteligente, sensacional! Ela está desenvolvendo um projeto lindo, uma investigação do espaço escolar do colégio Menino Jesus e a influência de Maria Montessori na prática pedagógica da Escola.
Ela está apresentando a pesquisa em congressos. A pesquisa é orientada pela nossa professora Gladys Mary Ghizoni Teive(maravilhosa)e já é um sucesso!

“FORMA SILENCIOSA DE ENSINO”
O ESPAÇO ESCOLAR NO CURRÍCULO DO CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS: PRODUZINDO SUBJETIVAÇÕES E IDENTIFICAÇÕES

Carla Regina Hofstatter ; Gladys Mary Ghizoni Teive

1 Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC
2 Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC
1. Introdução
Este projeto de pesquisa ao nível de Mestrado tem como objetivo principal a análise do espaço escolar de uma escola privada e católica de Florianópolis: o Centro Educacional Menino Jesus - CEMJ, fundado em 1955 e dirigido pela congregação das Irmãs Franciscanas de São José. A partir de 1973 esta escola mesclou ao traçado curricular de viés católico os pressuspostos do Método Montessori, desenvolvido pela médica italiana Maria Montessori no início do século XX. Surgido no contexto da Escola Nova, este Método propõe, dentre outras especificidades, um novo desenho espacial para a escola e, especificamente para a sala de aula, adaptando-o as necessidades infantis e tornando-o auto-educativo, ou seja, capaz de produzir a autonomia na criança.
Tendo como ferramenta de análise as teorizações dos historiadores espanhóis Agustín Escolano Benito e Antonio Viñao Frago (1998), parto do pressuposto de que o espaço escolar é um mediador cultural em relação a gênese e formação dos primeiros esquemas cognitivos e motores ou seja, um elemento significativo do currículo, uma fonte de experiência e aprendizagem”, ou seja, o espaço escolar constitui-se numa “forma silenciosa de ensino” e, portanto, como currículo. (ESCOLANO BENITO, 1988, p.26-27).
Assim, a forma como o espaço é projetado e utilizado na sala de aula e em outros “lugares” da escola, contribui para o engendramento de uma determinada cultura escolar, capaz de produzir subjetivações e identificações bastante particulares. E são justamente estes dois aspectos que pretendo analisar: a produção de subjetivações e identificações nas crianças a partir de uma determinada configuração espacial, ou seja, que tipo de significados/sentidos o espaço escolar projetado para o Centro Educacional Menino Jesus pretendia produzir nos seus alunos e alunas no período recortado para a análise: de 1973 a 1997. A delimitação deste período se justifica pelo fato de que foi a partir de 1973 que a escola optou pelo método montessoriano, o que resultou numa reorganização didática do espaço escolar. E termina em 1997, pois este período foi marcado pelo início da construção de um novo edifício sede, o que sinaliza uma nova ordem na dimensão espacial da instituição.
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2. Método

Trata-se de uma pesquisa de base documental. A base empírica para tal investigação é constituída de fontes documentais tais como os programas de ensino e Projetos Pedagógicos da escola, bem como as obras de autoria de Maria Montessori, fontes iconográficas e entrevistas com as Irmãs da Congregação e corpo docente que atuou na escola no período estudado.

3. Resultados e Discussão

A partir de leituras sobre a teoria escolanovista e a obra de Maria Montessori em particular, estamos neste momento realizando sínteses acerca dos pressupostos do método montessoriano, especificamente no que se refere a concepção acerca do espaço escolar. Num segundo momento analisaremos o currículo do Centro Educacional Menino Jesus, especialmente os projetos pedagógicos, programas de ensino e outros documentos produzidos pela Escola, bem como as entrevistas realizadas, sempre focando o olhar na questão específica da nossa pesquisa, qual seja, o espaço escolar, de modo a compreender como esta instituição se apropriou da teoria montessoriana, incorporando os postulados do método montessoriano em seu currículo e em sua cultura escolar. Por último, tentaremos desentranhar os sentidos e significados que a incorporação do novo desenho espacial deveria produzir nas crianças, ou seja, as subjetivações e identificações desejadas.

4. Conclusão

Trata-se, como já foi afirmado, de uma pesquisa em andamento, iniciada neste ano de 2010, não havendo, portanto, conclusões a serem socializadas.

Referências

ESCOLANO BENITO, Agustín & VIÑAO FRAGO, Antonio (1998). Currículo, Espaço e Subjetividade: a arquitetura como programa. Rio de Janeiro: DP&A.

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* Autora Correspondente: carlahofstatter@hotmail.com

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Vontade de deixar de ser Brasileira


Estou profundamente decepcionada...com os votos e como as coisas se encaminham, é triste pensar que Santa Catarina elegeu dois dos cinco responsáveis em vetar o mínimo para os professores, por este dado já poderia entender os demais resultados. Não entendo como as pessoas votam contra si mesmo...ou melhor entendo a educação com este nível de prioridade para as pessoas...a vontade que eu tenho é de votar no Serra para ele ganhar e todas as pessoas que saíram da pobreza e migraram para a classe média retrocedam sua qualidade de vida, para o Brasil voltar a ser vendido, para a taxa de desemprego subir e os empresários voltarem a ter filas e filas de candidatos, para que os impostos de carro e outros bens aumentem muito ao ponto das pessoas nunca conseguirem comprar a casa própria ou um carro para passear com a sua família, que as vagas das universidade voltem a ficar somente com os ricos porque é isto que um povo ignorante merece! Pegar minhas malinhas e hoooooooooo migrar para um país que não seja tão lindo, que não seja tão meu mas que tenha pessoas um pouco mais críticas e pensantes, pessoas capazes de visualizar crescimento social e cultural porque por aqui tá difícil...ontem vi a Dilma arrasada na televisão imagino o nível de decepção dela e do Lula...Ele falou tá difícil de acreditar...mas não vamos desistir. Votaram na Marina!!! È como mandar embora um administrador de sucesso com taxas nunca alcançadas para contratar alguém novo que se sabe quase nada. Ouvi algumas pessoas falarem votei porque a Dima não é o Lula...O problema do Brasil era Macro e estava diretamente relacionado as diferenças absurdas de classes e isto vem melhorando ano a ano com o governo que temos....realmente não entendo!!!!
Correr o risco do Serra ganhar...de uma Marina ser a presidenta...Como assim???
Não...não definitivamente NÃO!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A PROVA ...UMA CULTURA ESCOLAR QUE DÁ MEDO!


Fiquei pensando ....pensando muito antes de escrever este post...queria escrever algo bom mesmo no meio deste bombardeio de sentimentos que estou vivendo, a espera por um resultado em especial de uma prova é aterrorizante e isto é uma cultura que a escola produziu em mim...fico tensa quando sou avaliada, mesmo tendo me preparado, estudado e me esforçado...só eu sei o quanto. Esforço-me há 10 anos para entrar na UDESC e este ano tive o privilegio de ser aluna especial do programa de mestrado e subir as escadas da FAED foi para mim algo emocionante... Após a aula respirei fundo e me belisquei para ter certeza de que era verdade... Sim era verdade... Uma grande amiga me emprestou suas asas e eu voei até a sala de aula. Fiz a prova no domingo para ser aluna regular, li muito, assisti a aulas maravilhosas, comi muita unha, mas ufa... A prova estava digamos BOA, respondi com segurança e consegui manter a tranqüilidade, eu estava feliz e confiante. Mas a ESPERA está me corroendo! Sabe aquela lembrança amarga, desiludida e um pouco sociológica devido ao meu conhecimento sobre como as coisas funcionam para quem veio da escola pública. Parece que nunca fiz o suficiente, que ainda não é possível... Só tenho a dizer que não vou desistir.... Não vou!

Quando penso que meu filho está livre desta cultura de " prova" fico muito feliz e grata a Escola dele. Uma Escola que investe em atividades avaliativas diárias, acompanhamento de desempenho individual e investimento em atividades práticas, espontâneas e criativas. Deixa claro que provas é algo ultrapassado e que existem muitas formas de avaliar um aluno investindo em uma cultura do ser "bom" sempre não somente no dia da prova.

A prova tinha as seguintes questões: + ou - assim:

1. Relacione a pesquisa e o conhecimento com a Escola Contemporânea.
2. Disserte sobre as tendências para a história da educação

Na questão 1 – Escrevi sobre o poder do currículo nas relações travadas na escola contemporânea por meio da pesquisa e do conhecimento.

Na questão 2 – Escrevi sobre a história cultural que direciona as pesquisas para um viés culturalista segundo Chartier, Michel de Certau e Pierri Bourdieu . Fazendo um linck com minha pesquisa que só é possível devido esta tendência cultural. Abordei outras tendências como as pesquisas acerca do currículo, do espaço escolar, das práticas escolares, da cultura material e da cultura escolar.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Curso - PENSE


CURSO PRÁTICAS MATEMÁTICAS

OBJETIVO: capacitar os professores na prática com jogos e a aprendizagem de conceitos matemáticos.

PÚBLICO ALVO: professores, coordenadores e pedagogos.

PROGRAMA:
· A matemática na educação infantil
· A matemática nas séries iniciais
· Construindo conceitos matemáticos
· Conhecendo os jogos matemáticos
· Os jogos “com outro olhar”
· Oficina – construindo jogos matemáticos
· A matemática nas brincadeiras cantadas.

INCLUI: Certificado de participação 10h aula e 1 jogo construído na oficina.
Disponibilizaremos apostila de brincadeiras matemáticas para Xerox.
VALOR: R$ 40,00 em 2x – 1x no ato da inscrição e 1x na entrega do certificado
VAGAS: 30 participantes
LOCAL: Escola Arte Manhã
33696434 com Sol
HORÁRIO: das 19h ás 22h
DATAS: 14/10 - 21/10 - 28/10
INFORMAÇÕES E INCRIÇÕES COM FERNANDA ALVES/KARINE RAMOS ou em comentário no blog!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

De auxiliar.....a professora


Ando lendo Bourdieu um sociólogo francês (claro) incrível que escreveu muito sobre as classes sociais e suas configurações na sociedades. Fiquei lembrando das inúmeras vezes que como supervisora contratei auxiliares pensando em criar, exigir, planejar nelas um habitus de professora. Com algumas isto foi fácil, com outras mais difícil mas não impossível. Tudo isto porque como diz Bourdieu existe um capital cultural que é investido pela família desde o nascimento desta criança, portanto, umas chegavam com um capital cultural alto e outras com um capital cultural baixo. O mais interessante é que pude observar que as que detinham um capital cultural mais baixo eram esforçadas, dedicadas, submisas e com uma humildade sem igual. Enquanto que as que detinham um capital cultural mais elevado tentavam desconsiderar as autras e tinham uma visão de mundo pequena pois enxergavam somente o seu umbigo. Claro que isto não não foi um padrão unânime tiveram suas excessões. Muitas utlizaram o seu capital social (amigos, relações de trabalho e familiares) para acessar classes. Ao acompanhar o desenvolvimento destas profissionais pude perceber a dedicação de todas e sinto-me muito feliz em ter participado e contribuido pelo acesso. Acompanhar a construção do habitus professora nestas colegas foi fascinante.